Back to the game
Acho que já falei sobre como uma lesão me deixou medrosa. Nunca tinha me lesionado até 2014, e aquela fratura por estresse com tenossinovite no tornozelo me deixou mal. Recuperada totalmente, 2015 foi o ano do medo. Eu corria, mas sempre literalmente com um pé atrás, morrendo de medo de acelerar. Além disso, eu me sentia tão grata por ter voltado a correr, por poder correr, que toda corrida era especial simplesmente porque eu podia ir e completar, e tinha, de novo, medo de estragar. Mas eu não sou assim. Eu gosto de evoluir, de ser mais rápida, de melhorar meus tempos. Uma mala. E aqueles tempos que eu obtinha nas provas em 2012 e 2013, meus melhores anos até agora, começaram a ficar muito distantes da minha realidade. E eu não quis mais isso. Assisti (não ao vivo por enquanto, infelizmente) a palestra dos meninos da Wellness, Daniel, Maicon e Franklin, e definitivamente quero buscar a minha melhor versão. Descobri (ou decidi) que o meu melhor ainda está por vir, e preciso luta...