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Back to the game

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Acho que já falei sobre como uma lesão me deixou medrosa. Nunca tinha me lesionado até 2014, e aquela fratura por estresse com tenossinovite no tornozelo me deixou mal. Recuperada totalmente, 2015 foi o ano do medo. Eu corria, mas sempre literalmente com um pé atrás, morrendo de medo de acelerar. Além disso, eu me sentia tão grata por ter voltado a correr, por poder correr, que toda corrida era especial simplesmente porque eu podia ir e completar, e tinha, de novo, medo de estragar.  Mas eu não sou assim. Eu gosto de evoluir, de ser mais rápida, de melhorar meus tempos. Uma mala. E aqueles tempos que eu obtinha nas provas em 2012 e 2013, meus melhores anos até agora, começaram a ficar muito distantes da minha realidade. E eu não quis mais isso. Assisti (não ao vivo por enquanto, infelizmente) a palestra dos meninos da Wellness, Daniel, Maicon e Franklin, e definitivamente quero buscar a minha melhor versão. Descobri (ou decidi) que o meu melhor ainda está por vir, e preciso luta...

Correr no frio e Prova da Unimed

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Então, winter is here (Game of Thrones, hehe). Aliás, chegou no outono, daquele jeito friaca total. O problema é que ainda é julho, então teoricamente, vamos até setembro com isso. Que horror. Detesto frio. Mas ouço muita coisa sobre como o frio pode ser aliado de quem corre, para o desempenho. Afinal, os batimentos sobem menos, não tem queda de pressão e outros inconvenientes do verão. Você sua menos, perde menos água, economiza energia. Não me importo. Quero de volta os inconvenientes todos. Mas, até lá...vamos ao aprendizado, porque deixar de correr não é uma opção.  Domingo foi dia de Corrida do Circuito da Unimed em Itajaí, na praia brava. Também teve circuito Sesi em Blumenau, provas honestas e bem organizadas.  Fui na da Unimed, a inscrição é muito barata para quem tem o plano, e o kit é digno com sua boa camiseta e sacola com ziper. Não deu sol...ohhhh. Mas não estava horrivelmente frio, só friozinho. Úmido.  Largada pontual, um pouco confusa pelo afuni...

Projetos e Histórias de Vida que inspiram

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Todo mundo tem problemas. Certo? Errado. Como eu já disse antes, muitos de nós temos mais incômodos do que problemas. E não dá para comparar.  Por natureza, não sou reclamona. Tenho o hábito de ver algo de bom nas situações ruins, sou um tanto quanto Polyana (se você não sabe quem é, tem menos de trinta anos e precisa se informar kkkk). Mas, mais do que isso, sinceramente, tenho realmente muito a agradecer na vida.  Tem gente, por outro lado, que de fato tem ou teve problemas. E cada um reage de forma diferente aos problemas que aparecem, e quem somos nós para julgar tais reações? Só que algumas pessoas são inspiradoras na, digamos, administração do problema, e mais ainda no caminho para sua superação.  Um evento pode mudar toda a sua vida, fazer você enxergar e fazer tudo de forma totalmente diferente. Inclusive, pode fazer você ter novas metas e projetos de vida. Ou não. Com o passar do tempo, vamos percebendo nossas vocações para melhorar o mundo. Sim, todo ...

Rápida como Berlim, Fria como NY, Bonita como Floripa, mas não plana...

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Quando digo que sou de Florianopolis, uma amiga carioca (que acho que não lê o blog) diz: "pára com isso, amiga, que você é paulixxxxta". Então vamos esclarecer. Eu nasci em São Paulo, capital. Mas não sou parte da estatística que escolheu Florianópolis, etc. Meus pais são de Santa Catarina. Meu pai nasceu em Blumenau, mas é de Indaial (lá não tinha maternidade em funcionamento), e foi para Florianópolis antes dos 12 anos para estudar. Minha mãe é mané da ilha em grau máximo, sotaque, jeito, culinária. Mas meus pais são professores, e foram fazer mestrado em São Paulo. Nessa circunstância eu nasci. E com cinco meses retornamos, os três, a Floripa. Então, com todo o respeito aos conterrâneos em tese, não sou paulista. Sou florianopolitana de alma, me criei com tainha frita e pirão d'água, bolinho frito das sobras (arroz, espinafre, batata, abóbora, vagem...)... Criada na ilha, ia pouco ao continente quando criança. Essa beiramar continental, para mim, ainda é uma super ...

Treino Coletivo Mulheres que Correm - parte 2

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É como organizar qualquer evento, seja um aniversário, um jantar...você quer que as pessoas venham né? Era o que eu queria, que as mulheres viessem, para viver um dia diferente, uma experiência nova. As veteranas, confraternizar com outras corredoras, e, sem espírito competitivo, compartilhar o momento. As iniciantes, ver como é delicioso correr com mais gente na mesma vibe, e saberem que uma prova pode ser bem divertida, além de desafiadora, e as que nunca tinham corrido...que soubessem como a alegria é simples. Acima de tudo, sempre quis que as mulheres viessem e corressem, simplesmente, e tivessem um momento depois para confraternizar sem pressa e sem vergonha de nada.  E foi isso que vivemos.  Durante a última semana eu fiquei bem maluca, pobres humanos ao meu redor. Todos os sorteios foram feitos, menos um biquini Apsara e um tenis 361°, que seriam sorteados no dia do treino, quando também entregaríamos todos os outros. Na semana anterior choveu, como eu disse. E n...

Treino Coletivo Mulheres que Correm - parte 1 - preparação

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Na sexta-feira, dia 20 de maio, choveu. Como há muito não chovia em Balneário Camboriú. E o povo começou a perguntar no face e no whatts se ia ter treino no dia seguinte mesmo com chuva. Gente de pouca fé, eu sempre soube que não choveria. E Deus nos presenteou com um dia lindo de sol, e muita areia da praia para correr.  Era uma prova de corrida? Não. Era "só" um treino. Um treino com energia de prova, organizado por mulheres e para mulheres celebrarem a corrida e o que a corrida faz pelas mulheres. Bom, correr é um exercício, certo? então a corrida traz os benefícios de um exercício físico para as mulheres. Aí é que está. Para a mulher, não é só isso. Pode começar sendo isso, mas cresce, e vira o melhor momento do dia, aquele só seu, aquele que você espera ansiosamente, porque vai estar com seus pensamentos, em conexão com seu corpo. E no final, tem a cara da loucura. A melhor de todas.  Sozinha? Só se quiser.  Opa, rebobina (sou velha). Do que estamos falando? ...

Night cold run e participação especial de Julieta Pinheiro

Há um pouco mais de um mês eu me inscrevi na Itapema Night Run. Parecia uma ótima ideia, 8km (ou 4km) às 19h de um sábado. Estava calor na época, então a ideia de correr no final do dia pareceu realmente boa. No domingo anterior tivemos a Meia de BC, com calor senegalês. Eis então que surge essa massa de ar polar, ou qualquer que seja o nome que os meteorologistas deram, mas que eu chamo de um frio da p. Já deu para notar que não gosto do frio. Para nada. Nem para dormir, meus pés são muito gelados, e se encostam no meu corpo já não durmo. Meu corpo fica duro. tensionado direto. Não gosto de correr no frio, sou do contra, tenho frio no rosto. Falei para minha mãe, quando corro no frio tenho a sensação de que se eu sorrir minha expressão nunca mais vai se alterar. Congelo. Tenho frio no ouvido, de modo que tenho que correr com algo cobrindo, ou seja, só fico mais linda. Ô. Mas correr no frio tem as vantagens do rendimento para a maioria das pessoas, ainda mais o frio brasileiro. Para...